Sou só a expressão dos fatos do meu mundo interno, cheio de sanidade absurdas, de pecados extremamente perdoáveis, dos ventos livres, enfim, duma parafernália poética explícita sem travas e sem carteira de identidade. Eu sou o que as mãos que me digitam querem ser de fato, despidas dos escudos que o cotidiano rigoroso as faz vestir.
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