“Mas eu quero mais é aquilo que não posso comprar. Nem é você que eu espero, já te falei. Aquele um vai entrar um dia talvez por essa mesma porta, sem avisar. Diferente dessa gente toda vestida de preto, com cabelo arrepiadinho. Se quiser eu piro, e imagino ele de capa de gabardine, chapéu molhado, barba de dois dias, cigarro no canto da boca, bem noir. Mas isso é filme, ele não. Ele é de um jeio que ainda nem sei, por que nem vi. Vai olhar direto para mim. Ele vai sentar na minha mesa, me olhar no olho, pegar minha mão (...) Pra ele, me guardo. Ria de mim, mas estou aqui parada, bêbada, pateta e ridícula, só por que no mei desse lixo todo procuro o verdadeiro amor.”
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
“Mas eu quero mais é aquilo que não posso comprar. Nem é você que eu espero, já te falei. Aquele um vai entrar um dia talvez por essa mesma porta, sem avisar. Diferente dessa gente toda vestida de preto, com cabelo arrepiadinho. Se quiser eu piro, e imagino ele de capa de gabardine, chapéu molhado, barba de dois dias, cigarro no canto da boca, bem noir. Mas isso é filme, ele não. Ele é de um jeio que ainda nem sei, por que nem vi. Vai olhar direto para mim. Ele vai sentar na minha mesa, me olhar no olho, pegar minha mão (...) Pra ele, me guardo. Ria de mim, mas estou aqui parada, bêbada, pateta e ridícula, só por que no mei desse lixo todo procuro o verdadeiro amor.”
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